quinta-feira, 21 de abril de 2016
quarta-feira, 20 de abril de 2016
PREVENÇÃO DE MAUS TRATOS NA INFÂNCIA
PREVENÇÃO DE MAUS TRATOS NA INFÂNCIA
Abril
é, em muitos países, desde o início do século, o Mês Internacional da Prevenção
dos Maus-Tratos na Infância. Um problema que temos no Mundo e o nosso País não
é exceção. A prevenção dos maus tratos na infância é responsabilidade de todo o
cidadão, mas em especial daqueles que integram Instituições Sociais, Escolas, a
Comissão Nacional de Proteção de Crianças e Jovens em Risco e a Associação de
Mulheres Contra a Violência. Em parcerias abordam em conjunto, desde 2008,
fazendo uma campanha de alerta para a prevenção dos maus-tratos a que muitas
crianças e jovens ainda são sujeitos. Porque é em conjunto, por todos nós, que
pode começar a dar-se a volta a este problema, tornando o esforço cada vez mais
transversal e eficaz na sociedade portuguesa. O mês de abril é o mês da Prevenção
dos Maus-Tratos na Infância, mas deve ser lembrado por todos os restantes meses
de cada ano. O que fica como mensagem urgente para todos é o alerta: há
maus-tratos para com crianças, que infelizmente não se podem defender. E esses
maus tratos têm que acabar. A tarefa diz respeito a todos nós e há medidas que
podem ser tomadas.Vamos unir esforços e fazer com que maus tratos sejam prevenidos!
A
OMS já assumiu a violência como um dos mais graves problemas de saúde pública
pela sua dimensão e consequências a curto, médio e longo prazo. Por isso, e
como diz o perito da União Europeia, Paulo Sérgio Pinheiro, “a melhor forma de
a combater é impedir que aconteça”.
O
Mês de Abril diz respeito a todas e todos nós. Diz respeito à prevenção de
qualquer forma de violência exercida sobre as crianças e jovens. Há soluções
que têm de ser implementadas, em conjunto, e integradas nos hábitos da
comunidade. Envolvendo uma maior articulação entre as instituições,
nomeadamente escolas, centros de saúde, associações locais, assim como, através
da solidariedade entre pares e da capacitação dos próprios pais, ouvindo as suas
necessidades.
A investigação
especializada sobre esta matéria diz que a população de qualquer país tem
consciência da gravidade e se preocupa com o problema de maus tratos e
negligência às crianças e jovens. As únicas soluções conhecidas são de natureza
legal, através da punição dos responsáveis e salvando a criança ou jovem do
perigo.
quinta-feira, 3 de março de 2016
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
domingo, 7 de fevereiro de 2016
Prevenção da Infeção HIV
No âmbito do Projeto de Educação para a Saúde e em
parceria com a organização não-governamental – Abraço, sediada em Lisboa,
realizou-se no dia dois de fevereiro, na ESAG, uma palestra denominada a “
Prevenção da infeção pelo VIH ”.
Esta atividade, que teve como orador e dinamizador
o Dr. Sérgio Luís, que fez saber a origem da Abraço e como esta instituição
trata pessoas infetadas e afetadas pela SIDA. Teve como público-alvo todos os
alunos do 12º ano durante o período da manhã e de todos os alunos do 8º ano no
período da tarde. Esta atividade promotora da saúde em meio escolar permitiu
aos alunos uma maior consciencialização sobre a Sida “ jovens informados podem
fazer as melhores escolhas, as mais assertivas, prevenindo de uma doença que
ainda não tem cura”, uma sensibilização para o voluntariado e saber que todos
devemos ajudar quem mais precisa e a necessidade de angariar fundos para
continuar a investigação e ainda investir numa promoção da qualidade de vida
dos doentes e dos seus familiares. Os alunos do 12º ano prestes a entrar na
Universidade dentro de alguns meses, decerto vão levar consigo na bagagem mais
conhecimentos e poderão prevenir comportamentos de risco.
Os alunos ao longo dos trabalhos, mostraram-se
motivados com a temática VIH/SIDA, muitos colocaram questões e foram participativos
nas sessões, demonstraram um grande interesse pelo tema, querendo aprofundar os
seus conhecimentos.
Um grupo de alunos do 12º ano da turma A, solicitaram
a participação dos colegas com o registo de mensagens “ o que aprenderam hoje
sobre o VIH/SIDA”, para divulgar posteriormente num trabalho a expor na escola
na semana do “AMOR e AFETOS”.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Cancro, um inimigo a vencer
Cada um de nós perde, ao longo da vida, cerca de duas toneladas de células do tecido que forra o tubo digestivo. Estas células são naturalmente substituídas por outras que surgem por mitose. O que se passa ao nível do tubo digestivo passa-se com outros órgãos, de tal forma que anualmente ou bianualmente substituímos uma massa de células equivalente ao nosso corpo. Digamos que os organismos pluricelulares são o resultado de um equilíbrio que se estabelece entre a proliferação celular e a morte celular programada, ou apoptose. Alguns cancros resultam de uma proliferação descontrolada de células, são alterações ao nível dos proto-oncogenes, enquanto que outros (a maioria) são caracterizados por uma espécie de imortalização das células, dando-se as alterações ao nível dos genes supressores de tumores. Esta resistência à morte prolonga-se por vários anos, que é o tempo necessário para que um cancro se desenvolva. Por isso, um cancro não é uma doença aguda mas sim crónica, uma vez que quando se manifesta clinicamente tem já 10, 20 ou mais anos de evolução. Por exemplo, um cancro da mama com 1 cm tem já 10 anos de evolução.
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